terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Festa dos solstício


Preste atenção nas características da festa dos solstícios e veja que não há igualdade alguma com as festas do Senhor.

Glutonaria

Um grande banquete deveria ser feito. A glutonaria era tão estimulada nessas festas que já existia um lugar reservado para vomitar. As pessoas comiam, comiam, vomitavam e voltavam a comer. O que acontece hoje? Todas as famílias tem que fazer uma ceia. e por que comer e beber? Porque é sinal de aliança. O banquete dos solstício tinha início à meia noite. A que horas começa a ceia do Natal? Meia noite também. Celebrar o Natal com banquetes é dizer que está fazendo aliança com Talmuz, com Ninrode e os deuses da Babilônia. Não podemos participar da bênção e da maldição (ICorintios 10:6-14)

Confusão de identidade

Há uma confusão do verdadeiro objetivo. Noel muda de figura e aparece em fevereiro como Rei Momo; é o mesmo demônio com a mesma raiz. É um ritual onde o prefeito entrega para esse principado a chave da cidade dizendo que naqueles dias ele pode reinar.
Declaramos que a herança babilônica de confusão de identidade não vai permanecer na nossa geração. Um dos rituais do Carnaval é mudar a imagem: homens se vestem de mulher, de bichos, mulheres se vestem de homem, etc. Confundem a identidade; se vestem de animais misturando a visão da divindade e exaltando a criação, não o Criador. A festa do Solstício exigia que o homem se transfigurasse e de igual modo as mulheres, trazendo a confusão de identidade, onde o lema era: ninguém é de ninguém. A mesma frase é usada hoje no carnaval.

Exaltação a deuses

Tudo tem um propósito e as festas pagãs tem o objetivo de adorar deuses falsos. Hoje no Natal qual é o deus que aparece? Um deus impotente, um deus menino. Só que Jesus já cresceu, já morreu, já ressuscitou e vai voltar para buscar sua noiva. Quem está olhando para baixo, contemplando um menino vai estar distraído e não perceberá a volta do Senhor Jesus. É claro que estamos falando de um retrato espiritual.

Culto à sensualidade

A festa dos solstício tinha a intenção de mostrar a sensualidade dos seus participantes, chamar a atenção pela beleza exposta. As vitrines da cidade hoje não oferecem uma roupa digna de uma festa "religiosa". Por quê? Porque o ritual da festa exige sensualidade.
Infelizmente, esse contexto se faz presente entre nós.

Troca de presentes para eternizar o pacto


O ritual nórdico exigia que eles fossem para as montanhas de madrugada e lá chorassem em sacrifício. Esperavam os primeiros raios de sol da manhã e entregavam presentes uns aos outros, em adoração, dizendo: "que você jamais esqueça dos deuses sobre nós".
O presente significa eternizar o pacto, trazer a bênção dos deuses. Tertuliano, teólogo católico, disse que não podia compactuar com essa mentira, o sol nunca pode ser deus, porque o Deus dos cristãos foi aquele que criou o sol.

Papai Noel e a adoração indevida


Papai Noel não é um santo, é um ídolo. Você só tem um papai que é Deus. Não podemos receber Noel no lugar de Deus! Nós só temos um Pai espiritual.
A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol.19, pg 648-649 diz:
"São Nicolau, bispo católico do séc. V; Bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro...conta-se a lenda segundo a qual presenteava ocultamente três filhas de um homem muito pobre... deu origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Natal".
Daí a associação do Natal a São Nicolau. Esta figura foi canonizada para roubar a adoração. Qualquer ídolo está relacionada a vaidade. O objetivo principal das trevas é arrancar a nossa visão de Cristo e trazer figuras de substituição, fazer crescer no coração do povo uma visão errada do que é o Reino de Deus. Há uma mistura do hedonismo com idolatria.
O hedonismo é aquilo que está ligado ao glutônico, à sedução ambiental, aquilo que traz prazer pela indumentária. Como alguém pode aceitar uma estória que fala sobre um velhinho que sai numa noite só por todo o mundo, de casa em casa, entregando presentes? E se você sabe que Papai Noel não existe, que é só brincadeirinha, por que faz tudo o que exige o ritual do Natal? Por que ilude seus filhos com essa estória? Por que permite que uma mentira se torne realidade em sua casa?
"Como o louco que atira tições, flechas e morte, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: fiz isso por brincadeira" (Provérbios 26:18-19)

A ignorância evangélica


Nas colônias inglesas, nos Estados Unidos, quando os chamados puritanos ingleses chegaram na América do Norte, fizeram tremenda resistência às festividades natalinas e levantaram sua voz em protesto em relação aos objetos utilizados no Natal. Isto porque estudaram as origens e estavam com a fé firmada só em Jesus. Os ingleses paravam nesta data em profunda reflexão intercedendo pela América do Norte e pelas nações da Terra, clamando por misericórdia por terem inserido o paganismo no meio do Cristianismo e neste dia faziam orações e jejuns, por entenderem que os presépios eram altares consagrados, um incentivo à idolatria.
Quando os imigrantes holandeses chegaram à América do Norte, por terem tendências de viverem por símbolos e conservarem com veemência o "espirito natalino", trabalharam até resgatar as idolatrias do Natal. Houve um resgate dos presépios não só dentro da sociedade secular como também eclesial.
Hoje no Brasil, a abertura do Natal é feita com uma famosa "Missa do Galo" que envolve nada mais que plantonistas relacionados ao resgate da identidade pagã.
Por quê? Porque a missa é celebrada com Babilônia e não com a realidade do Evangelho.
Isto parece simples, mas é sério. É a sutileza do inimigo querendo prender, inoperar a fé cristã.
Vamos resgatar as nossas origens cristãs!

O presépio é um altar a Baal


O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. Está relacionado diretamente com os rituais solstícios. Como? Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol.
Se você curiosamente ler a história cristã verá firmemente que a influência romana é presente em quase todo o comportamento cerimonial da igreja chamada evangélica. A igreja evangélica deve viver os princípios do Evangelho, porém se tem mistura, não poderá prosperar.

Memorial de consagração


Guirlandas: são memoriais de consagração. Parece estúpido, mas é verdade. Em grego é sthephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque também representam boas vindas, lugar de entrada.
São um símbolo relacionado ao deu Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semirames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, lojas, dos consultórios. também reproduz a idéia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito aparece como Ísis e Osíris, na Índia como Isva e Isvra, na Ásia como Cibele e Dionísio, em Roma como Fortuna e Júpiter, na Grécia como Irene e Plutos, e na Babilônia como Semírames e Ninrode; todos eles exigiam as guirlandas. Aparecem também como sinal de reverência a Frígio da agricultura, ou seja, Sabázio, um deus a quem os alimentos são consagrados.
Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como simbolo de escárnio.

A simbologia das velas


A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não tem relação alguma com as luzes do candelabro judaico - Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para iluminar ambientes ou como decoração.